segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Reciclagem - A árvore de Natal

Mais um projecto, mais uma tarefa concretizada, mais uma memória que ficou do ano que passou.

 



É verdade, a Árvore de Natal monumental  foi mais um projecto realizado ao nível de escola que envolveu todos os alunos e professores do 1º ciclo do Ensino Básico.




Contudo, penso que o trabalho realizado não mereceu a atenção devida e merecida pois passou um pouco desapercebida pela comunidade escolar.

Caminhada a S. Pedro

Hoje, dia 15 de Agosto, dia de Santa Maria, feriado nacional (por enquanto), retomo algumas memórias do ano lectivo que passou.
Relembro a caminhada a S. Pedro. Foi a segunda caminhada que fizemos este ano lectivo, pois após o sucesso da caminhada a Vila de Frades ficámos com vontade de repetir. 

 Esta actividade foi realizada no âmbito de um projecto de Educação para a saúde e realizou-se no final do segundo período, logo pela manhã.


O dia estava lindo mas bastante quente o que exigiu de nós todos algum esforço.
 Mas quando lá chegámos, os campos verdes e  floridos, convidavam a jogos e corridas.



Brincámos, exploramos a ermida e os campo em redor, lanchámos e efectuamos jogos.




Foi realmente um dia diferente e muito bem passado.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tópico de Reflexão - I

"A escola é para nos formar, a educação vem do berço." Joaquim Quintino Aires
Foto: Facebook

Quintino Aires é um ilustre alentejano, que nasceu em Nisa, a 6 de Agosto de 1967. É licenciado em Psicologia e doutorado em Psicolinguística. É psicólogo clínico e professor universitário em Lisboa e S. Paulo. Colabora com a TVI, a Antena 3 e várias revistas e jornais. É Professor Emérito da Universidade de Moscovo.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fábula de Esopo - O rato do campo e o rato da cidade

Ilustração : Raquel Santos

"Era uma vez um rato que morava na cidade que foi visitar um primo que vivia no campo.O rato do campo era um pouco arrogante, mas gostava muito do primo e recebeu-o com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo. O rato da cidade torceu o nariz e disse:- Não posso entender, primo, como consegues viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Vem comigo e eu te mostrarei como se vive na cidade.Depois que passares lá uma semana ficarás admirado de ter suportado a vida no campo.
Os dois puseram-se, então, a caminho. já era noite quando chegaram à casa do rato da cidade.- Certamente que gostarás de tomar um refresco, após esta caminhada, disse ele polidamente ao primo. Conduziu-o até à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geleias e bolos deliciosos. De repente, ouviram rosnados e latidos.- O que é isto? Perguntou, assustado, o rato do campo.- São, simplesmente, os cães da casa, respondeu o da cidade.- Simplesmente? Não gosto desta música, durante o meu jantar. Neste momento, a porta abriu-se e apareceram dois enormes cães. Os ratos tiveram que fugir a toda pressa.- Adeus, primo, disse o rato do campo. Vou voltar para minha casa no campo.- Já vais tão cedo? perguntou o da cidade.- Sim, já vou e não pretendo voltar, concluiu o primeiro.
Moral da história: Mais vale o pouco certo, do que o muito duvidoso.

E como vai sendo hábito aqui estão alguns desenhos sobre esta fábula para colorir.





E para aqueles que não têm nada que fazer ou que já estão cansados das férias (?)  aqui vai um trabalhinho sobre o tema ...


Escritores Infantis - Esopo

Iniciamos hoje uma nova secção dedicada aos escritores para crianças e nada melhor que começar por Esopo que foi um "fabulista" grego nascido em 620 a.c..

Desconhece-se o local do seu nascimento pois Samos ou Sardes, Atenas e Frígia são indicados como a sua naturalidade .


Segundo o historiador Heródoto, este protegido do rei Creso, teria nascido na Frígia e seria escravo, corcunda e gago.


Esopo teria sido condenado à morte depois de uma falsa acusação de sacrilégio, ou talvez porque os habitantes de Delfos estivessem irritados com suas zombarias, ou ainda porque suspeitassem de que Esopo teria a intenção de ficar com o dinheiro que Creso lhes tinha destinado.

Esopo não deixou nada escrito: as fábulas que lhe são atribuídas pela tradição foram recolhidas pela primeira vez por Demétrio de Falera, por volta de 325 a.C..

Antes do advento da impressão, as fábulas de Esopo eram ilustradas em louça, em manuscritos e até em tecidos.

 
Discute-se a sua existência real, assim como acontece com Homero. Levanta-se a possibilidade de sua obra ser uma compilação de fábulas ditadas pela sabedoria  popular  da antiga Grécia. Seja como for, o que realmente importa é a imortalidade da obra a ele atribuída.
Esopo (Possível Imagem)

Fonte: portal sao francisco/portal latim

Dá que pensar...

Motins em Londres - "Sem Comentários"

Destroços de uma loja de móveis em Croydon, Londres, que ardeu por completo.@EPA/FACUNDO ARRIZABALAGA 09-08-2011 15:51


A polícia aconselhou a população a não sair de casa nas zonas mais afectadas pelos motins, de modo a que a polícia possa actuar. Mais de 200 pessoas já foram presas e 35 polícias ficaram feridos@EPA/KERIM OKTEN  09-08-2011 11:31

Em Hackney, no norte de Londres, o cenário repete-se: jovens roubam e queimam o que encontram à sua passagem, com as caras cobertas para não serem identificados@. EPA/KERIM OKTEN 09-08-2011 11:24



Jovens pilham uma loja no Norte de Londres, em Hackney, durante o terceiro dia de violência em Londres@EPA/KERIM OKTEN 09-08-2011 11:11


foto: reuter
Estes jovens pilham mas são selectivos nas marcas dos produtos que pilham, das roupas que vestem e dos meios de comunicação que utilizam. 

Os motins que têem ocorrido nos últimos dias em Londres dão-nos que pensar sobre as causas subjacentes a esta violência, muitas vezes gratuíta.
O que leva estes jovens, adolescentes e pré-adolescentes (?) (11, 12 e 13 anos), a praticar estes actos?
Onde está a nossa sociedade a falhar?
Que necessidades de consumo são estas?
Qual a responsabilidade dos políticos, economistas, legisladores,  pedagogos, ...?
Qual o valor do trabalho ?
Qual o papel das forças de autoridade e tribunais?
Que valores temos e queremos transmitir?
Qual o nosso papel e a nossa responsabilidade enquanto pais, professores e educadores?