Este Blog pretende ser uma janela aberta para as actividades desenvolvidas pelo professor, alunos e pais ou encarregados de educação da turma H, no esforço colectivo que é a tarefa de educar para a vida as novas gerações. Pretende ser um espaço de reflexão, de partilha, de divulgação, de convívio e de exposição de ideias e materiais.
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Informação - Entrudo 2012
2012 chegou, e com ele mais um Carnaval / Entrudo se aproxima.
Como já vem sendo habitual a nossa escola participa no Entrudo organizado pela Câmara Municipal de Vidigueira, que se realizará no próximo dia 19 de Fevereiro.
Este ano, tal como já foi comunicado a todos os pais e encarregados de educação, e a propósito da comemoração dos 500 anos de Foral da Vila de Vidigueira e tendo como objetivo podermos reutilizar os fatos na Feira do Pão e das Laranjas / Feira Medieval, propomos um fato de temática medieval.
![]() |
| Cartaz Entrudo 2012 |
Como já vem sendo habitual a nossa escola participa no Entrudo organizado pela Câmara Municipal de Vidigueira, que se realizará no próximo dia 19 de Fevereiro.
Este ano, tal como já foi comunicado a todos os pais e encarregados de educação, e a propósito da comemoração dos 500 anos de Foral da Vila de Vidigueira e tendo como objetivo podermos reutilizar os fatos na Feira do Pão e das Laranjas / Feira Medieval, propomos um fato de temática medieval.

Vidigueira - 500 anos de Foral
O que é o Foral?
Uma Carta de Foral, ou simplesmente Foral, foi um documento real utilizado em Portugal no seu antigo império colonial, que servia para o rei estabelecer um Concelho e regular a sua administração, limites e privilégios.
Com o foral, os habitantes medievais libertavam-se do poder senhorial ou feudal. O foral concedia terras baldias para uso colectivo da comunidade, regulava impostos, portagens, taxas, multas, estabelecia direitos de protecção e obrigações militares para serviço real.
Breve história da Vidigueira
![]() |
| Ruínas Romanas de S. Cucufate |
A primeira referência documental sobre a vila da Vidigueira até agora conhecida, data de 1255, altura em que com a fundação do Mosteiro de S. Cucufate foi instituida a respectiva paróquia e estabelecidos os limites da mesma.
A primeira referência documental sobre a vila da Vidigueira até agora conhecida, data de 1255, altura em que com a fundação do Mosteiro de S. Cucufate foi instituida a respectiva paróquia e estabelecidos os limites da mesma.
É natural que as suas origens remontem a período anterior ao da última conquista, que se situa em 1235, não havendo contudo nenhum documento que esclareça este ponto.
0 primeiro donatário desta vila foi Mestre Tomé, tesoureiro da Sé de Braga e leal servidor do Rei D. Afonso III.
Em conformidade com o encargo que recebera ao ser-lhe feita a doação, Mestre Tomé terá, mandado povoar o local que depressa se desenvolveu, tendo-lhe sido igualmente atribuida a edificação da igreja consagrada a Santa Clara, que foi a primeira matriz.
0 primeiro donatário desta vila foi Mestre Tomé, tesoureiro da Sé de Braga e leal servidor do Rei D. Afonso III.
Em conformidade com o encargo que recebera ao ser-lhe feita a doação, Mestre Tomé terá, mandado povoar o local que depressa se desenvolveu, tendo-lhe sido igualmente atribuida a edificação da igreja consagrada a Santa Clara, que foi a primeira matriz.
De 1304 a 1315, segundo testemunha a escritura então lavrada, a vila da Vidigueira pertenceu ao rei D. Dinis e em 1385, D. João I doou-a ao condestável D. Nuno Alvares Pereira.
Estes factos documentam a importância que a vila teria na altura.
Em 1496, foi fundado na Vidigueira o Convento de Nossa Senhora das Relíquias, pertencente à Ordem do Carmo.
Na várzea do Zambujal, local onde segundo a lenda, a Virgem Maria fez a sua aparição a uma pastorinha, foi erigida uma ermida que mais tarde foi entregue aos monges carmelitas de Moura, para que aqui estabelecessem um convento.
A sua fundação encontra-se documentada por alvará expedido em Montemor pelo Rei D. Manuel a 7 de Janeiro de 1496.
Tendo estado por duas vezes na posse da Casa de Bragança, a vila da Vidigueira recebeu o seu foral a I de Janeiro de 1512, concedido pelo rei D. Manuel.
![]() |
| Ermida de Santa Clara |
Estes factos documentam a importância que a vila teria na altura.
Em 1496, foi fundado na Vidigueira o Convento de Nossa Senhora das Relíquias, pertencente à Ordem do Carmo.
Na várzea do Zambujal, local onde segundo a lenda, a Virgem Maria fez a sua aparição a uma pastorinha, foi erigida uma ermida que mais tarde foi entregue aos monges carmelitas de Moura, para que aqui estabelecessem um convento.
![]() |
| Quinta do Carmo |
![]() |
| Convento do Carmo ( Antigo convento Carmelita) |
A sua fundação encontra-se documentada por alvará expedido em Montemor pelo Rei D. Manuel a 7 de Janeiro de 1496.
Tendo estado por duas vezes na posse da Casa de Bragança, a vila da Vidigueira recebeu o seu foral a I de Janeiro de 1512, concedido pelo rei D. Manuel.
Durante o reinado deste monarca, esta vila conheceu ainda outro momento alto da sua história.
Por carta passada em Évora a 29 de Dezembro de 1519, D. Manuel concede a D. Vasco da Gama, Almirante da Índia, o titulo de Conde da Vidiqueira, com todas as honras, graças e privilégios que tinham os condes do reino.
A casa da Vidigueira, fundada pelo ilustre Navegador, levou decerto a que a povoação se desenvolvesse e que o seu nome ganhasse prestígio.
Por carta passada em Évora a 29 de Dezembro de 1519, D. Manuel concede a D. Vasco da Gama, Almirante da Índia, o titulo de Conde da Vidiqueira, com todas as honras, graças e privilégios que tinham os condes do reino.
![]() |
| Vasco da Gama - Navegador e 1º Conde da Vidigueira |
| Viagem de Vasco da Gama |
A casa da Vidigueira, fundada pelo ilustre Navegador, levou decerto a que a povoação se desenvolvesse e que o seu nome ganhasse prestígio.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Articulação entre ciclos - leitura do PNL 2
Hoje, decorreu na Biblioteca da escola, durante a hora de desdobramento das Ciências, uma atividade de leitura do P.N.L. com dois alunos do 6ºA.
A obra escolhida foi um livro recentemente adquirido, chamado "O incrível rapaz que comia livros", de Oliver Jeffers e a leitura esteve a cargo da Carolina Maldonado e da Liliana Pires.
A turma gostou muito do livro e não deixou de apreciar a originalidade da encadernação, onde existe uma dentada dada presumivelmente pelo rapaz.
A obra escolhida foi um livro recentemente adquirido, chamado "O incrível rapaz que comia livros", de Oliver Jeffers e a leitura esteve a cargo da Carolina Maldonado e da Liliana Pires.
![]() |
| Liliana e Carolina na hora da leitura |
![]() |
| Alunos do 3º H atentos |
A turma gostou muito do livro e não deixou de apreciar a originalidade da encadernação, onde existe uma dentada dada presumivelmente pelo rapaz.
Um livro e uma história muito original e engraçada.
Expressão Plástica "Castelos"
Festa de Natal
Aqui vos deixo algumas memórias da nossa atuação na festa de Natal 2011,que por problemas com o cartão de memória da máquina fotografica só hoje viram a luz do dia.
![]() |
| O poema "23 letras, 23 pedidos de Natal" |
![]() |
| Canção " Eu só quero ver ..." |
![]() |
| Fim da nossa participação |
![]() |
| Fim do "espetáculo" com a participação de todos os alunos |
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)



















