domingo, 10 de março de 2013

Atividade Experimental - O Solo- II

Após relembrarmos as atividades experimentais desenvolvidas no ano anterior sobre a constituição e permeabilidade dos solos, analisamos e manuseamos diversos tipos de solo. 
Uns ásperos, outros macios, uns com partículas grandes outros pequenas, uns acinzentados outros avermelhados...






Aproveitamos ainda para observar através da lupa binocular um solo. E que  engraçado que foi ver tudo ampliado vinte vezes. Parecia algo completamente diferente e muito bonito.






Depois relacionamos cada tipo de solo com as rochas que provavelmente lhe deram origem, tivemos uma surpresa pois do lindo e branco mármore de Estremoz forma-se o barro, à semelhança, da oxidação sofrida pelo ferro que fica vermelho pelo efeito da ferrugem.





Em seguida aprendemos que os oleiros peneiram esse solo vermelho para retirarem as partículas mais finas.E foi isso que nós também fizemos.


Atividade Experimental - O Solo - I

Há alguns dias colocamos em prática um velho, mas cada vez mais atual, slogan publicitário ( vá para fora cá dentro) e fizemos uma visita ao Museu onde desenvolvemos com o apoio do Centro Ciência Viva de Estremoz, uma série de atividades experimentais muito interessantes, onde relembramos os conteúdos dados no ano transato a propósito das rochas.



Começamos por relembrar os nomes de diversas rochas e das manusearmos.  




Algumas rochas escondiam algumas surpresas como pequenos fósseis de animais marinhos o que levantou muitas questões, sendo a mais recorrente : 
Como é possível que as rochas apanhadas longe do mar tenham dentro de si restos de seres marinhos?







Após uma breve explicação e levantamento de hipóteses por parte dos alunos, passamos a uma primeira atividade experimental simulando os fatores que provocam a erosão das rochas : A chuva, os choques mecânicos, o vento, o calor, o frio, a acidez da água,...










Constatamos que estes fatores originavam o desgaste da rocha e a formação de solo.


segunda-feira, 4 de março de 2013

Fevereiro - Quadro de Mérito



fevereiro de 2012



  • Melhor Aluno - Ana França ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento Matemática - Luís Antunes ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento Português - Mariana Carrujo ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento Estudo do Meio - Tomé Palhete ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento Expressão Musical - Hyago Maia ;
  • Aluno com o melhor Comportamento -  Marta Franganito;
  • Aluno que surpreendeu positivamente ao nível do português - Rodrigo Simão ;
  • Aluno mais Trabalhador -  Pedro Carriço.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Provas de Avaliação Sumativa


Comunico aos encarregados de educação que os vossos educandos realizarão as Provas de Avaliação Sumativa referentes ao 2º período nos dias:


  • Matemática - 4 de Março de 2013 - das 11h às 12h.30m
  • Português - 6 de Março de 2013 - das 11h às 12h.30m
  • Estudo do Meio - 8 de Março de 2013 - das 11h às 12h.30m.
Se tens estudado pouco...

A sério...




terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Rios e Serras de Portugal Continental


Os rios 

Os rios são cursos permanentes de água doce.
O rio que vai desaguar noutro rio chama-se afluente. 
Foz é o lugar em que as águas do rio entram no mar ou noutro rio. 
Chama-se nascente o ponto onde o rio nasce, e leito terreno por onde corre. 
As terras que ladeiam o rio chamam-se as margens.

Rios e relevo da Península Ibérica
Os maiores rios que passam em Portugal nascem em Espanha, e são: o Tejo, que vai desaguar a oeste de Lisboa; o Douro, que desagua no Porto; e o Guadiana, que encontra ao mar em Vila Real de Santo António. 
Dos rios que nascem em Portugal, os de maior importância são: o Mondego, que passa por Coimbra e vai desaguar na Figueira da Foz, e o Sado, que entra no mar perto de Setúbal.
Os rios são fontes de riqueza. As suas águas fertilizam as terras por onde passam, facilitam os meios de transporte, servem para abastecimento de água para a agricultura e às populações , dão-nos peixes  e,  na foz servem de maternidade a muitas espécies de água salgada. Através das barragens,  produz-se energia eléctrica. As hidro-elétricas permitem poupar preciosos combustíveis fósseis. A água que cai nas centrais eléctricas produz anualmente uma quantidade enorme de eletricidade. Se não tivéssemos acesso a este tipo de energia teríamos que queimar, por ano, mais 400 milhões de toneladas de petróleo do que já queimamos normalmente. Assim as barragens retêm as águas, dos rios e dos ribeiros, criando gigantescos reservatórios de energia potencial. Quando essa água é libertada, o seu movimento faz girar as turbinas. Estas accionam os geradores que produzem eletricidade e a água volta de novo ao rio. A eletricidade é então levada, por cabos, a todos os locais onde é necessária.
Esquema das turbinas hidro-eléctricas

Alguns dos rios mais importantes.


 
Rio  Sado
O Sado é um rio português, que nasce a 230m de altitude, na Serra do Caldeirão e percorre 135 km até desaguar no oceano Atlântico perto de Setúbal.
No seu percurso passa por Alcácer do Sal. É dos poucos rios da Europa que corre de Sul para Norte, tal como o Rio Mira (Odemira, Alentejo).

Rio Mondego

O rio Mondego nasce na serra da Estrela, a 1425 metros de altitude  e é o maior rio inteiramente português. 
À sua nascente chama-se Mondeguinho porque quando nasce é um pequeno fio de água. Para que o rio Mondego se transforme no maior nascido em Portugal precisa das águas dos seus afluentes, na margem direita tem o Dão e na esquerda o Alva, o Ceira e o Arunca.
Entre a nascente e a foz, as águas do Mondego percorrem cerca de 220 quilómetros. As suas margens, entre Coimbra e a Figueira da Foz, são os terrenos mais férteis de Portugal. É nestas terras que se produz mais arroz por hectare, em toda a Europa.
Outrora, o leito do rio Mondego era bem mais fundo. Calcula-se que nos últimos seiscentos anos terá subido cerca de um centímetro por ano, ou seja um metro em cada século.
Antigamente, o rio Mondego era navegável. Os barcos que vinham do Oceano Atlântico iam até Coimbra e os mais pequenos chegavam a mesmo até Penacova. Em Lisboa, no Museu da Marinha, mesmo encostadinho ao Mosteiro dos Jerónimos, está exposto um barco bastante comprido que navegava entre Coimbra e Penacova. Este barco servia para as mulheres de Penacova virem a Coimbra buscar roupa suja e depois a trazerem lavada e passada a ferro.




Rio Tejo

O Tejo é o maior rio da Península Ibérica. A sua bacia hidrográfica é também a mais extensa na península. Nasce em Espanha (onde é conhecido como Tajo) a 1593 m de altitude na Serra de Albarracim, e desagua no Oceano Atlântico, banhando Lisboa, após um percurso de cerca de 1007 km. A sua bacia hidrográfica é de 80.600 Km² dos quais 55.750 km² situam-se em Espanha e 24.850 km² em Portugal, sendo a segunda mais importante da Península Ibérica depois da do Rio Ebro. Afluentes na margem direita, o Erges, o Ponsul, o Ocreza, o Zêzere, o Maior e o Trancão. Afluentes da margem esquerda o Sever, o Nisa, o Sorraia, o Almançor e o Coina. Nas suas margens ficam cidades espanholas como Toledo e Aranjuez, e portuguesas como Abrantes, Santarém, Vila Franca de Xira, Alverca do Ribatejo, Sacavém, Almada e Lisboa.


Rio Douro


O rio Douro é um dos maiores da Península Ibérica, com o comprimento de 650 Km. Nasce em Espanha, na serra do Urbião, serve de fronteira entre Portugal e Espanha e desagua no Oceano Atlântico junto à cidade do Porto. Tem numerosos afluentes, e no seu leito construíram-se diversas barragens Hidro elétricas. É no vale do Douro que se cultivam as vinhas de cujas as uvas se faz o vinho do Porto.


Rio Guadiana

O rio Guadiana nasce em Espanha e serve de fronteira entre Portugal e Espanha e desagua em Vila Real de Santo António depois de percorrer 690 Km. Os espanhóis construíram diversas barragens no seu leito, estando prevista do lado português, a construção da barragem do Alqueiva, cuja água se destinará a abastecer o alentejo.

Rio Lima

O rio Lima atravessa toda a região do Minho, nasce em Espanha e desagua no Oceano Atlântico, junto a Viana do Castelo, depois de ter percorrido 130 Km.

Rio Minho

O rio Minho nasce em Espanha e o seu curso estende-se ao longo de 300 Km, desaguando em Caminha. Serve de fronteira entre o norte de Portugal e a Galiza.

Rio Zêzere

O rio Zêzere é afluente da margem direita do rio Tejo. Nasce na Serra da Estrela e é com 220 Km de extensão, o segundo maior rio inteiramente português. No seu leito construíram-se várias barragens para aproveitamento hidro- elétrico, sendo a mais conhecida a de Castelo de Bode.







Palavras Parónimas


Palavras parónimas são palavras com significado diferente que são muito parecidas quer na escrita quer na pronúncia.

Exemplo:

perfeito - sem defeito;
prefeito - chefe.

emigrante - o que emigra ( sai do país);
imigrante - o que imigra ( entra no país).

arrulhar - voz do pombo;
arrolhar - colocar a rolha.

Arrolhar a garrafa
O pombo está a arrulhar

Palavras Homófonas


Palavras homófonas são palavras que têm  mesmo som ( que se dizem da mesma forma) mas que se escrevem de forma diferente.

Exemplos:

cegar - perder a visão;
segar - ceifar.

censo - recenseamento;
senso - juízo.

acento - sinal gráfico que acentua as vogais;
assento - objeto em que nos sentamos.

cela - quarto pequeno (cadeia);
sela - assento de cavaleiro.



sela do cavalo

Cela da cadeia