sexta-feira, 15 de março de 2013

Exames do 4º Ano - Notícia do Público




Alunos do 4.º ano não farão exames nacionais nas respectivas escolas

Ministério pede aos directores que concentrem o maior número possível de alunos nas sedes dos agrupamentos. Pais alertam para pressão colocada em crianças de nove anos.
Os alunos do 4.º ano farão exames nacionais de Matemática e Português pela primeira vez este ano NÉLSON GARRIDO
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) está a avisar os directores escolares de que deverão “congregar” no mesmo espaço, nomeadamente nas escolas-sede dos respectivos agrupamentos, “o maior número possível de alunos” do 4.º ano que, em Maio, vão fazer os exames nacionais de Matemática e Português.
Albino Almeida, da Confederação das Associações de Pais (Confap), critica a medida, “que vai perturbar as crianças de nove anos e o trabalho das escolas que as acolhem”, mas admite que ela é “inevitável”.
“Talvez o Governo perceba, de uma vez por todas, que a confusão, a perturbação e até a despesa provocadas pelas provas nacionais do 4.º ano estão longe de corresponder aos benefícios”, comentou Albino Almeida nesta quinta-feira.
Apesar de considerar criticável que os alunos sejam deslocados para a escola sede para fazer os exames de fim do 1.º ciclo, que este ano se realizam pela primeira vez, o representante dos pais admite “que não seria fácil fugir-lhe”.
“Deveremos ter cerca de 100 mil crianças no 4.º ano. Mesmo juntando-as nas escolas-sede, estamos a falar de uma gigantesca operação logística, tendo em conta que as provas terão de ser entregues, no próprio dia, por militares da GNR, como acontece nos casos de exames nacionais realizados noutros níveis de ensino”, lembrou.
O MEC justifica a opção pelas maiores “exigências de segurança e equidade” a que este novo figurino das provas obriga, de forma a garantir que “a avaliação se realize nas melhores condições”.
Os dirigentes das duas associações de directores de escolas, Manuel Pereira e Filinto Lima, não tinham hoje recebido ainda a notificação da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Frisaram, contudo, que a concentração dos alunos que têm provas de Português e de Matemática no final do 1.º ciclo do ensino básico, a 7 e 10 de Maio, respectivamente, levanta inúmeros problemas.
“O que é que eu faço nesses dias aos alunos que têm aulas na escola-sede? Mando-os para casa?”, questiona Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), disse querer saber quem vai pagar e assegurar o transporte das crianças. Director do agrupamento de escolas de Cinfães, lembra que há alunos que vivem a 35 quilómetros da escola-sede, que terão de ser percorridos por estradas em mau estado de conservação. “Não é caso único: a situação é semelhante à das restantes localidades do interior do país”, frisou, quando contactado pelo PÚBLICO.

Dois vigilantes por prova

No ofício que está a chegar às escolas, a administração escolar sublinha que “para que a organização e acompanhamento do serviço possam ocorrer no respeito pelas normas e orientações do Júri Nacional de Exames, importa conhecer urgentemente a rede de escolas onde se irão realizar as provas” e pedem que as informações sejam fornecidas, “impreterivelmente, até 18 de Março de 2013”.

Recorda ainda que a vigilância dos exames deverá ser assegurada por dois professores, escolhidos de entre os que não leccionam o 1.º ciclo e os que não pertencem a um grupo de docência da disciplina sobre a qual incide a prova. Para além disso, terá ser criado um secretariado de exames residente no estabelecimento onde estas efectivamente têm lugar, frisa.

Neste primeiro ano em que os alunos fazem exames no final do primeiro ciclo, está estipulado que os alunos do 4.º ano que chumbarem na primeira fase terão a possibilidade de repetir as provas a 9 e 12 de Julho. Quem estiver nesta situação terá um período de acompanhamento extraordinário, já depois do final do ano lectivo. Este apoio não tem carácter obrigatório.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Março - Quadro de Mérito



Março de 2013






  • O melhor Aluno do Mês  - ( não atribuído);
  • Aluno com o melhor Aproveitamento a Matemática - Luís Antunes ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento a Português - Mariana Carrujo ;
  • Aluno com o melhor Aproveitamento a Estudo do Meio - Ana França  ;
  • Alunos com o melhor comportamento -  Marta Franganito e José Honrado;
  • Alunos mais trabalhadores -  Henrique Carapinha e Eduardo Caeiro;
  • Aluno que se destacou positivamente - Manuel Liberal.

Informação - Fichas de Avaliação Sumativa do 3º Período


Calma...
Se estudarmos ao longo do tempo, há tempo para tudo...

Informa-se que após a Páscoa, efetuaremos novas fichas de avaliação sumativa:
3 de abril - Português;
5 de abril - Matemática.

domingo, 10 de março de 2013

Expressão plástica - Atelier Modelagem em Barro

Efetuarmos uma breve visita à exposição de peças de barro típicas de Estremoz e tomarmos conhecimento da sua história (origem) e evolução.
Apreciamos a beleza e originalidade das suas peças mais representativas.



Depois desta visita, ainda houve tempo para vermos uma pequena apresentação sobre o trabalho do barro e seguiu-se uma demonstração da forma de efetuar uma das peças mais caraterísticas: "A senhora dos pesinhos".



A partir daqui seguiram-se momentos mágicos, onde se criaram pequenas obras de arte num ambiente misto de descontração, interesse e prazer.






E no final tivemos oportunidade de trazer as nossas peças.


Atividade Experimental - A preparação do Barro

Nesta atividade aprendemos como se prepara o barro e como se utilizam os instrumentos que são usados para verificar se está em condições de ser utilizado.




O penetrómetro

A concha de casa grande





Atividade Experimental - O Solo- II

Após relembrarmos as atividades experimentais desenvolvidas no ano anterior sobre a constituição e permeabilidade dos solos, analisamos e manuseamos diversos tipos de solo. 
Uns ásperos, outros macios, uns com partículas grandes outros pequenas, uns acinzentados outros avermelhados...






Aproveitamos ainda para observar através da lupa binocular um solo. E que  engraçado que foi ver tudo ampliado vinte vezes. Parecia algo completamente diferente e muito bonito.






Depois relacionamos cada tipo de solo com as rochas que provavelmente lhe deram origem, tivemos uma surpresa pois do lindo e branco mármore de Estremoz forma-se o barro, à semelhança, da oxidação sofrida pelo ferro que fica vermelho pelo efeito da ferrugem.





Em seguida aprendemos que os oleiros peneiram esse solo vermelho para retirarem as partículas mais finas.E foi isso que nós também fizemos.


Atividade Experimental - O Solo - I

Há alguns dias colocamos em prática um velho, mas cada vez mais atual, slogan publicitário ( vá para fora cá dentro) e fizemos uma visita ao Museu onde desenvolvemos com o apoio do Centro Ciência Viva de Estremoz, uma série de atividades experimentais muito interessantes, onde relembramos os conteúdos dados no ano transato a propósito das rochas.



Começamos por relembrar os nomes de diversas rochas e das manusearmos.  




Algumas rochas escondiam algumas surpresas como pequenos fósseis de animais marinhos o que levantou muitas questões, sendo a mais recorrente : 
Como é possível que as rochas apanhadas longe do mar tenham dentro de si restos de seres marinhos?







Após uma breve explicação e levantamento de hipóteses por parte dos alunos, passamos a uma primeira atividade experimental simulando os fatores que provocam a erosão das rochas : A chuva, os choques mecânicos, o vento, o calor, o frio, a acidez da água,...










Constatamos que estes fatores originavam o desgaste da rocha e a formação de solo.