quinta-feira, 4 de abril de 2013

História de Portugal XVII - Portugal no século XVI

Portugal, no século XVI dominava um grande império que se estendia por quatro continentes: Europa, África, Ásia e América.
Locais em que os portugueses faziam comércio
Os descobrimentos permitiram o desenvolvimento do comércio.
Os portugueses comercializavam:

  • ouro;
  • pedras preciosas  ( esmeraldas, rubis, diamantes,...);
  • açúcar;
  • marfim ( dentes de elefante );
  • malagueta;
  • tabaco;
  • seda;
  • porcelanas chinesas;
  • especiarias (pimenta, canela, noz-moscada e cravinho);
  • escravos.
Estes negócios davam muito lucro.

Lisboa no séc. XVI

Para aproveitar as terras descobertas na América foram enviados colonos para o Brasil para aproveitar os recursos naturais.
Permitiu o desenvolvimento do comércio com os povos de África e do Oriente (Índia).
Os portugueses dominavam o comércio mundial  e Lisboa era um centro muito importante, por onde passavam embarcações de todo o mundo.

Mas, como saíram muitos portugueses do reino, a agricultura perdeu importância e Portugal teve que começar a comprar trigo e centeio e os produtos alimentares tornaram-se muito caros.

Natação A.E.C.(s) - 3º Período


Cumpre-me informar que, no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, haverá natação nas datas seguintes:
  • 04 de abril;
  • 02 de maio;
  • 30 de maio.

Nota: Só hoje recebi informação das datas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Animal do mês - Abelharuco





Este mês resolvi dar a conhecer um animal que existe muito na nossa região, que é pouco conhecido e que se distingue pela sua beleza.


Os abelharucos  são também conhecidos como melharucos, abelheiro, abelhuco, alrute, barranqueiro, milheirós e pita-barranqueira.
Os abelharucos distribuem-se pela Europa, África, Madagáscar, sul da Ásia e Austrália. Em  Portugal, são abundantes na zona do Alto Alentejo, nas zonas de montado. são aves migratórias que vivem a maior parte em latitudes elevadas, migrando para zonas tropicais e subtropicais na época da reprodução.

Os abelharucos são aves de pequeno a média porte, com bico longo, comprido lateralmente e um pouco curvado. A cauda é bem marcada e geralmente arredondada. A Plumagem dos abelharucos é colorida, em tons de verde vivo com manchas de outras cores na zona da garganta, barriga e/ou dorso. Não há dimorfismo sexual notório.
Os abelharucos têm uma alimentação baseada em insetos, principalmente abelhas e vespas. As presas são caçadas em voo e antes de ingerir a sua refeição, o abelharuco retira o ferrão do insetop esmagando-o contra uma superfície dura.
Vivem em grupo formando colónias. os ninhos são escavados nas margens dos rios, ou reciclados de tocas de animais. As posturas contêm entre 2 e 6 ovos brancos e os juvenis recebem os cuidados de ambos os progenitores.

Leira dos Odores IV - Hortelã-da-Ribeira









Mais uma postagem, mais um odor da nossa região que trouxeram para a nossa leira.
A Hortelã-da-ribeira ( Menta cervina), também conhecida por alecrim-do-rio, erva-peixeira, hortelã-crespa, hortelã-dos-campos, hortelã-dos-pântanos, menta-peixeira é uma planta muito utilizada no Alentejo e Algarve como erva aromática para temperar as caldeiradas.
Esta planta distribui-se pela Península Ibérica , Norte de África e Sul de França.

Leira dos Odores III - Cebolinho

Mais um odor, mais uma erva aromática muito usada  que nos trouxeram.



O cebolinho (Allium schoenoprasum)  também é conhecido popularmente como cebolinha, cebolinha-francesa ou cebolinho em Portugal. É uma planta originária da Europa.
É uma planta vivaz que se desenvolve em tufos muito densos. Apresenta folhas verde escuras, roliças, que atingem no máximo 30 cm  de altura.
Em junho cobrem-se de flores rosa-pálido semelhantes a pompons. Estas flores devem ser imediatamente retiradas para que as novas folhas possam rebentar.
As folas frescas têm um agradável e suave sabor a cebola, sendo especialmente utilizadas cruas em saladas, em pastas de queijo fresco, em pratos de ovos e queijo e também na decoração de pratos. 

Sorteio Pascal

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terça-feira, 2 de abril de 2013

Poema do Mês II - "Havia um menino"- Fernando Pessoa


 HAVIA UM MENINO


Havia um menino
que tinha um chapéu
para pôr na cabeça
por causa do sol.

Em vez de um gatinho
tinha um caracol.
Tinha o caracol
dentro de um chapéu;
fazia-lhe cócegas
no alto da cabeça.

Por isso ele andava
depressa, depressa,
p´ra ver se chegava
a casa e tirava
o tal caracol
do chapéu, saindo
de lá e caindo
o tal caracol.

Mas era, afinal,
impossível tal,
nem fazia mal
nem vê-lo, nem tê-lo:
porque o caracol
era do cabelo

FERNANDO PESSOA