quinta-feira, 4 de abril de 2013

A Leira dos Odores

A nossa leira de plantas aromáticas e medicinais está a crescer.
Após o Hugo e a Alexandra terem preparado a drenagem do vaso colocando pedrinhas, pudemos colocar terra e fazer as plantações.
A Ana França e o Pedro Carriço plantaram o loureiro.
O Rodrigo Moreira e o Manuel Liberal, plantaram a hortelã-verde.
O Eduardo Caeiro e a Mariana Carrujo plantaram hortelã. 
A Marta Franganito plantou o cebolinho.
O Henrique Carapinha e o Tomé Palhete plantaram a hortelã da ribeira.
A Ana e o José Honrado colocaram mais terra.
A Mariana e a Elsa Pestana plantaram os poejos.
O canteiro vai ficando composto e perfumado, mas ainda há espaço para mais uns odores.

História de Portugal XIX - A Dinastia FIlipina

Depois de Filipe II de Espanha ter ocupado Portugal em 1580 o povo português recusava-se a acreditar que D. Sebastião tinha morrido e aguardava o seu regresso.

Esta dinastia que existiu entre 1580 e 1640, teve três reis, a saber:
Filipe I de Portugal ( Filipe II de Espanha);
Filipe II de Portugal ( Filipe III de Espanha);
Filipe III de Portugal ( Filipe IV de Espanha).


História de Portugal XVIII - D. Sebastião

D. Sebastião, ainda menor, sucedeu no trono a D. João III, com a regência primeiro de sua avó (D. Catarina) e depois do cardeal D. Henrique.
Só em 1568, o reizito apenas com 14 anos, foi declarado maior pelas cortes.

Em 1578, com o desaparecimento de D. Sebastião de cognome "O Desejado"  na batalha de Alcácer Quibir (Marrocos), pode dizer-se que Portugal perdeu a independência.



A D. Sebastião que desapareceu sem descendência, sucedeu D. Henrique, seu tio, com 66 anos e sem filhos que reinou durante 2 anos. Após a sua morte surgem muitos pretendentes à sua sucessão, sendo o mais forte Filipe II de Castela que se impôs pela força económica e das armas.



Matemática Revisões - A Multiplicação

Para aqueles alunos que gostam menos da matemática e que não vêem a sua utilidade, ou para aqueles que adoram a matemática e que gostam de saber sempre um pouco mais, partilho este video.

História de Portugal XVII - Portugal no século XVI

Portugal, no século XVI dominava um grande império que se estendia por quatro continentes: Europa, África, Ásia e América.
Locais em que os portugueses faziam comércio
Os descobrimentos permitiram o desenvolvimento do comércio.
Os portugueses comercializavam:

  • ouro;
  • pedras preciosas  ( esmeraldas, rubis, diamantes,...);
  • açúcar;
  • marfim ( dentes de elefante );
  • malagueta;
  • tabaco;
  • seda;
  • porcelanas chinesas;
  • especiarias (pimenta, canela, noz-moscada e cravinho);
  • escravos.
Estes negócios davam muito lucro.

Lisboa no séc. XVI

Para aproveitar as terras descobertas na América foram enviados colonos para o Brasil para aproveitar os recursos naturais.
Permitiu o desenvolvimento do comércio com os povos de África e do Oriente (Índia).
Os portugueses dominavam o comércio mundial  e Lisboa era um centro muito importante, por onde passavam embarcações de todo o mundo.

Mas, como saíram muitos portugueses do reino, a agricultura perdeu importância e Portugal teve que começar a comprar trigo e centeio e os produtos alimentares tornaram-se muito caros.

Natação A.E.C.(s) - 3º Período


Cumpre-me informar que, no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, haverá natação nas datas seguintes:
  • 04 de abril;
  • 02 de maio;
  • 30 de maio.

Nota: Só hoje recebi informação das datas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Animal do mês - Abelharuco





Este mês resolvi dar a conhecer um animal que existe muito na nossa região, que é pouco conhecido e que se distingue pela sua beleza.


Os abelharucos  são também conhecidos como melharucos, abelheiro, abelhuco, alrute, barranqueiro, milheirós e pita-barranqueira.
Os abelharucos distribuem-se pela Europa, África, Madagáscar, sul da Ásia e Austrália. Em  Portugal, são abundantes na zona do Alto Alentejo, nas zonas de montado. são aves migratórias que vivem a maior parte em latitudes elevadas, migrando para zonas tropicais e subtropicais na época da reprodução.

Os abelharucos são aves de pequeno a média porte, com bico longo, comprido lateralmente e um pouco curvado. A cauda é bem marcada e geralmente arredondada. A Plumagem dos abelharucos é colorida, em tons de verde vivo com manchas de outras cores na zona da garganta, barriga e/ou dorso. Não há dimorfismo sexual notório.
Os abelharucos têm uma alimentação baseada em insetos, principalmente abelhas e vespas. As presas são caçadas em voo e antes de ingerir a sua refeição, o abelharuco retira o ferrão do insetop esmagando-o contra uma superfície dura.
Vivem em grupo formando colónias. os ninhos são escavados nas margens dos rios, ou reciclados de tocas de animais. As posturas contêm entre 2 e 6 ovos brancos e os juvenis recebem os cuidados de ambos os progenitores.