Este Blog pretende ser uma janela aberta para as actividades desenvolvidas pelo professor, alunos e pais ou encarregados de educação da turma H, no esforço colectivo que é a tarefa de educar para a vida as novas gerações.
Pretende ser um espaço de reflexão, de partilha, de divulgação, de convívio e de exposição de ideias e materiais.
A Ana França esta semana trouxe um ferro de engomar que era utilizado pelas suas avós, num tempo em que não havia electricidade e onde as brasas eram a energia utilizada.
Foi interessante, ver, pegar e manusear um objeto totalmente desconhecido para a maioria de nós. Ficamos a aguardar que novos objetos com história, sejam trazidos por pais, alunos, ou outros...
Na passada terça- feira, efetuámos uma visita de estudo para identificarmos alguns monumentos e locais históricos da nossa bela vila.
Nós e a Ermida de S. Rafel
Vista Geral da Praça Vasco da Gama
Fontanário do Rossio da Fonte
Estátua de Vasco da Gama
Museu Municipal
Aproveitámos ainda a oportunidade para visitarmos uma exposição venda de presépios e outros artigos alusivos à época natalícia de autoria da educadora Alexandra Graça.
Presépio Alentejano
Presépio Fado
Presépio Rosa
Presépio Pop
Presépio Vidigueira
Presépio Chá de Natal
Gostámos muito da visita e depois de brincármos um pouco e de bebermos água regressámos à escola.
Mais uma vez estamos a preparar a nossa atuação na festinha de Natal que se realizará no próximo dia 16 de dezembro. Já ensaiámos várias vezes o poema " Carta ao Pai Natal" e escolhemos a canção "Quero ver..." de entre várias canções menos conhecidas, pois já estamos um pouco cansados das mesmas canções alusivas à quadra.
Dia 8 de Dezembro é feriado nacional por se tratar do dia da Imaculada Conceição, Padroeira de Portugal.
Nª Sª da Conceição
Deve-se ao rei D. João IV o facto de Nossa Senhora da Conceição ter sido proclamada Padroeira de Portugal, durante as Cortes reunidas em Lisboa desde 28 de Dezembro de 1645 até 16 de Março de 1646, afirmando o soberano «que a Virgem Maria foi concebida sem pecado original» e comprometendo-se a doar em seu nome, em nome de seu filho e dos seus sucessores à Santa Casa da Conceição, em Vila Viçosa, «cinquenta cruzados de oiro em cada ano», como sinal de tributo e vassalagem, a dar continuidade à devoção de D. Afonso Henriques, que tomara a Senhora por advogada pessoal e de seus sucessores.
Com a aproximação do Natal e numa época em que por força da crise temos que regressar às nossas tradições e à família, afastando-nos do consumismo que nos tem sufocado e manipulado, resolvi deixar-vos algumas informações sobre um símbolo do Natal - O presépio.
A palavra “presépio” significa “um lugar onde se recolhe o gado, curral, estábulo”. Contudo, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo, onde estão igualmente presentes aVirgem Maria, S. José e uma vaca e um burro. Por vezes acrescentam-se outras figuras como pastores, ovelhas, anjos, os Reis Magos, entre outros.
Os primeiros presépios surgiram em Itália, no século XVI . Relativamente a Portugal, pode-se dizer que aqui foram feitos alguns dos mais belos presépios de todo o mundo, sendo de destacar os realizados pelos escultores e barristas Machado de Castro e António Ferreira, no século XVIII.
Machado de Castro
Os presépios normalmente são expostos em Igrejas, em casas particulares e também em muitos locais públicos. Actualmente, a tradição de armar o presépio ainda se mantém, mas, com o surgimento da árvore da Natal, os presépios, cada vez mais, ocupam um lugar secundário nas tradições natalícias.
Hoje, comemora-se o dia internacional das pessoas com deficiência. Esta data comemorativa é promovida pelas Nações Unidas (ONU) desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência e para mobilizar todos para defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar destas pessoas. Com esta comemoração procura-se também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, económica e cultural.